segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Solidão



No desesperado cais de sempre, espero-te;
no horizonte, prenhe de futuro(!), vejo em tela funda cinescópio de vida.

O vento sopra... cheiro-te,
a tua presença insinua-se-me.

Os raios da aurora violácea dardejam, o mundo torna-se redondo!
No infinito, desenhos de luz fazem esquiços fugazes de felicidade,
a que se foi... a que passamos...

E tu? ... continuas ali, ao longe...
Não voltas, eu sei... sempre o soube, sempre...

... Com(n)tudo... continuo à tua espera!