quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Cuore

Já o terei dito. 
Escrito talvez.
 Gostava de ter o dom da palavra, não só na sua coloquialidade, mas também na sua assertividade. 
Até na palavra escrita sou pequena.
 Poder ter uma resposta, um conselho, uma palavra de incentivo, de esperança, a palavra certa. 
Isso não tenho. 
Mas tenho, isso sei e sinto, um enorme abraço, um infinito sorriso e uma disponibilidade imensa no coração, para escutar silêncios, estar do e ao lado, para ouvir desatinos e até confissões. 
Sou verdadeira, genuína e sincera.
 Estimo dedicadamente. 
Amo verdadeiramente. 
Entrego-me sinceramente.
 Por tudo isto, a todos os que me amam nas suas mais diversas formas, obrigada.
 Pela vossa aceitação das limitações que tenho, das faltas que cometi, das palavras que não disse. 
Porém, fica a certeza: o meu coração está todo (com)partilhado, 
mas caberá sempre mais alguém!